NGP, o sucessor do PSP

O NGP, sigla para Next Generation Portable (ou Portátil da Nova Geração), faz jus ao codinome e redefine os parâmetros dos consoles portáteis. O mundo dos video games já andava agitado com as chegada iminente do Nintendo 3DS e os constantes rumores sobre o PSP2 e o elusivo PSPhone.
Porém, tudo mudou com a conferência PlayStation Meeting 2011 e a revelação oficial do sucessor do PlayStation Portable. Na prática ele é o PSP2, mas o codinome atual é NGP e parece que o console é algo ainda melhor do que uma simples evolução do PSP.

Foi apresentado na conferência da Sony um aparelho realmente impressionante que, como já alardeavam os boatos, é capaz de rivalizar os gráficos do poderoso PS3. Analisando as especificações técnicas do NGP, confirma-se o fato de que este é o console portátil mais poderoso até o momento.
Com um processador ARM Cortex-A9 core (de quatro núcleos) e uma GPU SGX543MP4+ (que também possui quatro núcleos) o novo portátil da Sony é quatro vezes mais potente do que o iPhone 4.
Analistas acreditam que o iPhone 5 utilizará o mesmo esquema de processamento, porém com a metade dos núcleos. Ou seja, em vez de contar com uma GPU de modelo de 4 núcleos (MP4), o iPhone 5 contaria apenas com uma de 2 núcleos (MP2).
Os consoles disponíveis na PlayStation Meeting possuíam 1 GB de memória RAM, todavia, vale destacar que tais modelos devem ser estações desenvolvimento. Assim, o mais provável é que o console possua algo em torno de 512 MB com 128 MB dedicados ao vídeo. Um salto e tanto se comparado aos 64 MB do PSP, ou até mesmo aos 512 MB do Xbox 360.
Realmente impressionante, especialmente se levarmos em consideração que tudo isto está na palma da sua mão. Confira todos os detalhes técnicos revelados até o momento:

Principais Momentos da PlayStation Meeting 2011
Hardware
Processador e GPU
Quando começaram os boatos de que o suposto PSP2 teria um processamento gráfico tão potente quanto o do PS3, muitos jogadores torceram o nariz. No entanto, a Sony mostrou que os rumores não eram tão exagerados assim.
O NGP é capaz de rodar Metal Gear Solid 4 sem reduções na qualidade das texturas e, como Hideo Kojima (criador do jogo) afirma, sem perda na geometria dos modelos. A única diferença significativa ficou por conta da taxa de quadros por segundo. Aparentemente, quando o título foi demonstrado no palco, ele estava rodando a 20 FPS.
Mesmo assim, as outras demonstrações técnicas da noite deixaram impressões ainda melhores. Foi o caso de Uncharted. Os efeitos de iluminação são impressionantes e o jogo rodou com uma fluidez invejável.
Demonstração de Metal Gear Solid 4 no NGP
Tela
Para acompanhar todo este poder de processamento, o NGP conta com uma tela à altura. A tela OLED Multi touch é de fazer inveja a muitos televisores. Para começar, ela é maior do que a do PSP original: agora são 5″ em vez das 4,3″ da primeira edição do console.
O monitor segue com proporção de tela de 16:9, porém com resolução de 960 x 544 (quatro vezes maior do que a do PSP) e capacidade para apresentar aproximadamente 16 milhões de cores. Além disso, a tela é sensível ao toque, permitindo que o jogador opere o aparelho diretamente no display.
No entanto, o grande trunfo é a mudança no sistema da tela de LCD para o backlight de OLED. O sistema de diodo orgânico emissor de luz (OLED para os íntimos) é naturalmente mais fino e econômico. Isso porque a tela OLED possui luz própria, não necessitando de luz de fundo ou luz lateral (backlight ou sidelight).
A tecnologia OLED também oferece outras vantagens como o baixo tempo de resposta e um taxa de contraste muito superior à das telas LCD. Assim, o NGP conta com uma tela mais fina, econômica (que não consumirá tanto a bateria do aparelho) e capaz de reproduzir imagens com muito mais qualidade.
Uncharted com jogabilidade adaptada
Controles e touch pad
O NGP contará com dois analógicos (aleluia!). Mas o que já bastaria para agradar a maioria dos jogadores é apenas o começo. Todo o design do console está mais ergonômico, assumindo um formato levemente oval que se acomoda confortavelmente na mão do jogador.

Além dos tradicionais botões de ação — quadrado, circulo, cruz, triângulo, L e R — o novo portátil da Sony também contará com uma tela sensível ao toque e um touch pad (painel multitoque). Isso mesmo. Na prática são dois sistemas de controle sensíveis ao toque.
Na conferência, pode-se ver um jogo no qual era necessário utilizar a tela e o painel multitoque traseiro simultaneamente. Outra demonstração mostrou como os comandos na tela serão integrados a títulos já consagrados, como Uncharted.
Mas ainda não acabou, pois o sistema SIXAXIS reaparece no NGP e também deve ser integrado à jogabilidade de vários títulos. O sistema detecta movimentos em seis eixos (six axis, entendeu?), são três eixos captados por um giroscópio e outros três por um acelerômetro.
Uncharted foi utilizado mais uma vez para demonstrar o sistema. Como no PlayStation 3, ao cruzar uma passagem estreita, Drake deve se equilibrar mantendo o controle nivelado — no caso todo o console. A mescla de todas estas funcionalidades criará novas formas de se jogar, especialmente em um console portátil.
Sistema de detecção de movimento integrado ao jogo
Bateria
Por enquanto, ainda não há nada confirmado, mas já correm rumores de que a bateria do NGP pode durar de 4 a 5 horas. Os executivos que estavam presentes na PlayStation Meeting deixaram claro que durante o processo de concepção do aparelho foi pedido que a carga durasse pelo menos 6 horas.
A escolha por uma tela OLED pode ajudar na economia da bateria o que dá algum crédito ao rumor. Em comparação, a carga da bateria do Nintendo 3DS pode durar de 3 a 5 horas — dependendo das condições de luz e se você está jogando um título com suporte 3D.
Câmeras e Som
O NGP conta com duas câmeras: uma frontal e outra posterior. A câmera frontal é levemente deslocada para a direita, enquanto a traseira é centralizada. Infelizmente não foram divulgadas as resoluções das câmeras.
Além disso, o console também possui um microfone e alto-falantes estéreos embutidos. Como não foram reveladas todas as especificações das câmeras, ainda não se sabe se haverá suporte para captura de vídeo.
Conectividade
Outro destaque do NGP é a sua multiconectividade. O novo portátil oferece suporte 3G, Bluetooth e Wi-Fi. Todas estas funcionalidades estão integradas a aplicativos do console, mas como alguns já esperavam, o NGP não é capaz de realizar chamadas telefônicas.
Por sinal, Andrew House — presidente da Sony Computer Entertainment Europa — disse, em entrevista ao site Eurogamer, que o NGP será comercializado em duas versões. Segundo Andrew House, o console terá uma versão com suporte 3G e outra sem. Todavia, todos os consoles terão conexão Wi-Fi.

Além disso, o NGP também possui um GPS integrado, que servirá como um “Foursquare” dentro do video game, identificando a sua posição e localizando outros jogadores. Esta é a base do sistema Near, um aplicativo que detectará outros NGPs na região.
Em suma, os jogadores do NGP estão todos conectados e participaram de uma “rede social” dentro do portátil. Esta interconectividade dos consoles permitiram que os jogadores rastreiem seus amigos em busca de novas partidas ou que troquem mensagens instantâneas.
Desenvolvedores como o genial Hideo Kojima, de Metal Gear Solid, já estão salivando com as possibilidades advindas de tal tecnologia.
Tamanho
O NGP é literalmente o maior portátil até o momento. As dimensões do NGP (182 x 18,6 x 83,5 mm) são maiores do que as do PSP 3000 (169 mm x 71 mm x 19 mm), mas seu formato espessura o deixam muito mais confortável do que os predecessores da linha PlayStation Portable.
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Cartão de memória
Outra novidade é a mídia dos jogos. Saem os controversos discos UMD e entram uma espécie de cartão de memória. O novo dispositivo permitirá que o jogador salve conteúdos adicionais no próprio cartão.
Assim, você poderá carregar no mesmo cartão, o jogo, os saves e qualquer conteúdo adicional lançado para posteriormente. Outra vantagem dos cartões é que os dispositivos são mais rápidos do que os discos.
O console também terá suporte para a PlayStation Suite — o novo sistema que oferecerá produtos PlayStation para dispositivos baseados em Android.
Fonte da Imagem: Engadget
Além disso, a PlayStation Store também oferece conteúdo compatível com o NGP. Infelizmente, com a ausência de uma entrada para os discos UMD, a retrocompatibilidade com o PSP se limita aos títulos já lançados digitalmente na PS Store.
LiveArea e Near
O NGP não vive só de novidades de hardware, pois também trará software diferenciado, começando pela própria interface de navegação. O novo portátil abandona a velha XMB (CrossMediaBar do PS3 e PSP) e lança a LiveArea.
O sistema utiliza a tela sensível ao toque para navegar pelos diferentes recursos do aparelho. A LiveArea é uma espécie de hub no qual você pode conferir seus troféus — isso mesmo, o NGP tem suporte para troféus — ou enviar mensagens para os seus amigos, entre outras opções.
Utilizando o GPS e os recursos de conectividade, o NGP ainda conta com o sistema Near — que identificará outros NGP próximos de você. Dentro do Near, você verá os outros jogadores como avatares dentro do mapa. Caso algum dos consoles esteja rodando um título que você ainda não possui, o sistema oferecerá um link direto para a PS Store para que você possa comprá-lo.

Camiseta transmite programação de TV
O designer Sebastian Merchel desenvolveu uma camiseta com realidade aumentada, que permite ao seu dono assistir à televisão. Certamente, a AR-Tees, como foi chamada, é a realização dos sonhos de muitas pessoas desde a invenção do aparelho. Adicionalmente, ela possui possibilidades diferentes de programação, para a escolha mais apropriada ao seu dono.
Ela funciona de maneira bem simples. A camiseta possui uma combinação de símbolos em sua parte frontal. O usuário precisa instalar e colocar em funcionamento o cliente no computador e possuir uma webcam devidamente conectada. Assim, é preciso sentar-se à frente da máquina em uma posição que a câmera detecte a figura.
Em seguida, basta acessar o programa no computador. Feito isso, sua camiseta se torna um aparelho de televisão. É possível transmitir a programação selecionada diretamente a partir da altura de seu estômago. A AR-Tees está a venda pela internet por 27,90 euros, desde o tamanho pequeno até o extra grande.

Estúdio coreano cria celular ultrafino que flutua no ar

O estúdio coreano Metatrend criou um celular conceito que está deixando muitos designers impressionados: através de um sistema de magnetismo, o telefone é capaz de flutuar enquanto está no carregador de bateria, que não utiliza nenhum fio para conectar-se ao aparelho.
Quando colocado em sua base, fortes imãs fazem com que ele fique suspenso, garantindo um visual arrojado para o telefone. O sistema de integração transmite as informações presentes na tela do celular para que apareçam na parte superior do carregador, que ainda permite que o smartphone gire rapidamente no ar caso receba alguma ligação enquanto efetua a recarga.
A interface de seu sistema operacional foi inspirada no iPhone e em aparelhos com Android, porém, não são dados maiores detalhes a respeito de seu funcionamento. Os criadores aguardam empresas interessadas em investir na fabricação desta nova tecnologia.
iDrop, a caneta-conceito capaz de transferir arquivos

iDrop. Foto: Divulgação
Pensando na onda dos dispositivos com tela sensível ao toque, uma caneta-conceito capaz de servir de meio de transporte de arquivos entre dois equipamentos foi desenvolvida pelos designers sul-coreanos Heo Jaeyoung, Jin Hoyoung e Jung Han-Bi.
A iDrop é uma caneta com uma estética moderna, ideal para ser usada em tablets, e-readers, PDAs, smartphones, notebooks e desktops que tenham tela sensível ao toque, e serve como um modo rápido e muito prático para quem deseja enviar arquivos de um dispositivo para outro.
Ela funciona de modo simples: você encosta a ponta inferior sobre a tela, em cima do arquivo que deve ser transferido. Ao pressionar o botão presente na outra ponta, o dado indicado é “sugado” pela caneta, que passa a armazená-lo como se fosse uma carga de tinta comum nas canetas tradicionais.
Depois, para concluir a transferência basta “derramar” o conteúdo armazenado na iDrop sobre a tela do dispositivo de destino. Fácil, não?
Pulseira com chip armazena dinheiro eletrôn

Fonte da imagem: Hashy Topin.
O E-Money Band é uma pulseira fabricada em silicone que armazena “dinheiro eletrônico” em um chip. De acordo com a fabricante, a novidade japonesa é ideal para pessoas que praticam exercícios físicos ou adoram passear com animais de estimação, porém, não suportam carregar carteira ou pochete.
A invenção pode resguardar até US$ 600 dólares em um pequeno chip interno, o qual não interfere na estética do produto. O funcionamento da pulseira é muito simples: ao aproximar o E-Money Band de uma máquina compatível, o valor da compra é descontado dos créditos. Confira o vídeo de divulgação:
No Japão existe um sistema de pagamento virtual chamado Edy, o qual viabiliza a utilização da pulseira. São milhares de lojas de conveniências no país que já disponibilizam o serviço para seus clientes. Ainda não existe previsão para a chegada desta tecnologia ao Brasil.
11 eletrônicos para ficar de olho em 2011
O ano de 2010 foi quando o mundo recebeu o iPhone 4 e o iPad, produtos que ainda encabeçam a lista de muitos aficionados por tecnologia. Apesar de também termos visto a chegada dos primeiros televisores 3D, a ascensão dos e-readers e o lançamento do Samsung Galaxy Tab, foi a Apple quem roubou os holofotes neste ano que chega ao fim.
O ano que vem promete ser bem mais variado quando o assunto são gadgets. Isso não significa, porém, que a Apple vai ficar de fora. Pelo contrário, rumores de novos produtos da Maçã surgem a cada dia. Por isso, prepare sua carteira e confira nossa lista para conhecer os onze eletrônicos que devem fazer a sua cabeça bem em breve.
1. Tablet da HP com WebOS
A Palm sempre foi vista como uma empresa que corria na marginal da briga pelo mercado de smartphones. Com a compra da companhia pela HP e o cancelamento do tablet Slate, que viria equipado com Windows 7, pipocaram rumores de que o WebOS seria a nova bola da vez nos dispositivos da Hewlett Packard.

Fonte da imagem: Divulgação / HP
Os boatos viraram verdade em agosto de 2010, quando Todd Bradley, vice-presidente da HP, anunciou que um tablet com WebOS chegaria ao mercado no primeiro trimestre de 2011. Não há informações oficiais sobre o aparelho, que pode se chamar Hurricane ou PalmPad. Uma coisa é certa: o aparelho vem para acirrar ainda mais a briga pela liderança no mercado de tablets.
2. Android Gingerbread em tablet da Motorola
E como se já não bastasse a HP, a Motorola também está se preparando para entrar nessa batalha. Com lançamento marcado para o início de 2011, o tablet Stingray viria equipado com a versão Gingerbread do Android, que está prestes a ser disponibilizada. Ainda não há informações oficiais sobre as especificações do aparelho.,

Fonte da imagem: Android Guys
Os rumores são bem próximos da verdade, já que a Motorola é uma das principais entusiastas do sistema operacional da Google, ao lado do HTC. O presidente da empresa, Sanjay Jha, já declarou que estaria esperando uma versão do Android mais amigável aos tablets e, com a atualização, este seria o momento ideal.
3. Nintendo 3DS
Apresentado pela primeira vez durante a E3 2010, o Nintendo 3DS finalmente chegará ao mercado mundial em 2011. O console portátil traz uma grande promessa e justifica toda a expectativa: o aparelho utiliza os mesmos efeitos 3D que vemos no cinema, mas seria capaz de gerá-los sem a necessidade de óculos especiais.

Fonte da imagem: Divulgação / Nintendo
A Nintendo tem grandes planos para o aparelho, que será lançado entre fevereiro e março. A expectativa é vender 4 milhões de unidades com a ajuda de títulos de peso como “Metal Gear Solid”, “Street Fighter” e “Resident Evil” além, claro, de Mario, Zelda e toda a turma da empresa.
4. PSP Phone
A Sony também tem suas cartas na manga e parece estar prestes a lançar o tão aguardado PSP Phone. Ainda não confirmado, o aparelho (que se chamaria Zeus) também rodaria a versão Gingerbread do Android e teria uma tela touchscreen de 3,7 a 4,1 polegadas.

Fonte da imagem: Engadget
Os clássicos botões com figuras geométricas e o direcional são deslizantes, junto com um touchpad. As especificações são robustas: processador Qualcomm MSM8655 de 1 GHz e 512 MB de RAM. O celular possui ainda uma entrada para cartões SD.
Para completar o pacote, a Sony criaria seu próprio Marketplace, nos moldes das lojas do Andoid e Apple. Games exclusivos pela plataforma seriam vendidos por lá, além de aplicativos exclusivos para o dispositivo.
5. Tablet da Mintpass com Android e Windows 7
Pouco conhecida no Brasil, a Mintpass ganhou destaque entre os amantes dos gadgets com o Mintpad, um tablet com tela touchscreen que cabe na palma da mão e, além de acessar a internet, serve também como câmera digital, player de vídeos e músicas e organizador pessoal.

Fonte da imagem: Mintpass
Mas a empresa coreana quer alçar voos ainda maiores, e anunciou algo que para muitos pode parecer impossível: um tablet que roda Android e Windows 7. O aparelho teria duas telas touchscreen que seriam capazes de executar os dois sistemas operacionais ao mesmo tempo, ou apenas um deles com um teclado sendo exibido no segundo display.
O aparelho também acessaria o Android Market e conta com o “Space Touch”, recurso que ainda não foi revelado. A Mintpass não revelou as características técnicas do dispositivo, que deve chegar ao mercado em algum momento de 2011.
6. iPad 2
O iPad foi lançado há poucos meses e os brasileiros ainda nem têm acesso ao aparelho oficialmente. Isso não impede que os primeiros boatos sobre um novo tablet da Apple comecem a surgir. Há rumores de que os comerciais do sucessor do gadget já foram gravados e que ele seria anunciado no início de 2011.

Fonte da imagem: Divulgação / Apple
As informações concretas são inexistentes, mas há muitas apostas rolando pela internet. A principal delas é em relação a uma redução no tamanho da tela do tablet, das atuais 9,7 polegadas para 7, tornando-o mais portátil. Câmeras frontais e traseiras também são dadas como certas.
Um novo conector de 30 pinos permitiria a conexão do tablet a docas mesmo na horizontal, e a capacidade técnica do novo aparelho deve ser pelo menos o dobro da atual. Cogita-se também a adição do Retina Display, com cores mais nítidas e maior resolução. A novidade, porém, resultaria em aumento no tamanho dos aplicativos disponibilizados para o novo iPad.
7. Sony 100% 3D
A Sony está apostando todas as suas fichas no 3D. Em setembro de 2010, a empresa informou que até o final de 2011 todos os televisores lançados pela marca virão equipados com a tecnologia tridimensional. O objetivo é obter uma fatia de 50% do mercado japonês.

Fonte da imagem: Divulgação / Sony
Para acompanhar os planos, a fabricante anunciou também uma parceria com o Discovery Channel e o IMAX para criação do primeiro canal de TV 3D. Primeiramente, a emissora estará disponível apenas nos EUA, mas já há planos para chegada do conteúdo a outros países. De acordo com o anúncio oficial, a ideia é acelerar a adoção de televisores de três dimensões e popularizar a tecnologia entre os consumidores americanos.
8. AMD Fusion
Um dos principais frutos da compra da ATI pela AMD deve chegar ao mercado em 2011: o AMD Fusion. A novidade será o primeiro processador a unir CPU e GPU em um único componente, dando origem ao que está sendo chamado de APU (Accelerated Processing Unit, ou Unidade de Processamento Acelerado).

Fonte da imagem: Divulgação / AMD
A peça será constituída por quatro núcleos, sendo três responsáveis pelo processamento geral da máquina e um exclusivo para gráficos, melhorando o desempenho do computador. Esta nova arquitetura exige também novos esforços em dissipação de calor, e a AMD está preparada para isso. Acesse este artigo do Baixaki para conhecer mais detalhes técnicos do funcionamento do Fusion.
9. Google TV no Playstation 3
Ao anunciar o Google TV, a empresa de Mountain View classificou o novo sistema como “o futuro da televisão”. A possibilidade de pesquisar conteúdo não apenas em canais de TV, como também na internet, e utilizar aplicativos é realmente capaz de mudar a forma como os telespectadores utilizam a telinha. A novidade chegou ao mercado em novembro de 2010.

Fonte da imagem: Divulgação / Google
E, como a iniciativa é uma parceria do Google com a Sony, logo surgiram boatos de que o sistema seria implementado no Playstation 3. A novidade viria por meio de uma atualização de firmware ou um acessório lançado separadamente, e chegaria em algum momento entre setembro de dezembro de 2011. As empresas, claro, não comentam o assunto.
Como o Google TV é baseado no sistema operacional Android, a chegada da novidade ao PS3 também abriria as portas dos aplicativos ao console, transformando-o em uma plataforma completa para utilização da internet e redes sociais, apenas para citar algumas possibilidades.
10. iPhone 5
Quem acompanha a Apple sabe o que esperar: assim que um novo gadget é lançado, já começam os rumores para um próximo. Certos produtos da Maçã duram pouco mais de um ano no mercado antes da chegada de um novo. Rumores dão conta que é assim que as coisas funcionarão com o iPhone 4 e seu sucessor.

Fonte da imagem: Divulgação / Apple
Os boatos espalhados pela internet afirmam que uma nova versão do quarto aparelho seria anunciada já em janeiro, com poucas funcionalidades novas e a resolução definitiva dos problemas de recepção.
A Apple tem precedentes em lançar novas versões muito parecidas com as anteriores, como foi o caso do iPhone 3GS. Entre as novidades, estariam a possibilidade de usar o Facetime via 3G, design mais fino e tela OLED, maior mudança do suposto novo modelo.
11. PSP 2
Com a chegada do Nintendo, a Sony não deve ficar parada e, de acordo com rumores, atacará em 2011 com um sucessor do PSP. O novo portátil também teria touchpads, assim como o suposto PSP Phone, e display com pelo menos uma polegada a mais que a atual versão do console. O aparelho também entraria no mundo da alta definição, e viria com tela HD sensível ao toque.

Fonte da imagem: Kotaku
A Apple também deve ser um alvo do novo PSP, transformando o aparelho em e-reader, player portátil e organizador pessoal, além de dar a ele a capacidade de acessar a internet pela rede 3G. O poder de processamento do novo dispositivo seria duplicado em relação à geração atual. Ainda de acordo com os rumores, a Sony pretende lançar o console no final de 2011.
Xi3: o computador que cabe na palma da mão

Fonte da imagem: divulgação / Xi3
O Xi3 é um computador que vem com um conceito que lembra muito o velho conhecido Mac Mini, que é trazer todas as funcionalidades de uma boa máquina em um aparelho que caiba na palma da mão. Ou seja, a intenção é ter um bom hardware de forma compacta.
A pequena máquina em detalhes
Com apenas 4 polegadas, a grande característica do computador é sua arquitetura. Com a parte externa feita de um alumínio extrudado bastante leve, a grande e tradicional placa-mãe é dividida em três partes diferentes, criando uma espécie de organização 3D do espaço.
A primeira é a responsável somente pelo processador do PC. As outras duas partes contam com as demais placas, conectividades, além das entradas e saídas. Assim, o usuário não fica na mão para ligar o que quiser (e/ou o que for possível) no computador.

Fonte da imagem: divulgação / Xi3
Especificações
Vale lembrar que o equipamento é personalizável, e a intenção da empresa é permitir que você possa atualizá-lo sempre que for necessário. Sendo assim, você pode montar a máquina escolhendo cada componente. Atualmente, o computador vem com um processador Athlon 64 (2000+ / 3400e / 4200 +), Single ou Dual Core e 1 a 4 GB de memória RAM.
A placa gráfica é compatível com DirectX 10 e tem 128 MB de VRAM. Há duas portas de conexão SATA, seis USB 2.0, e as costumeiras entradas e saídas de áudio. O PC tem compatibilidade com saída DVI e o som suporta adaptador HDMI
iPhone OS versus Android
Em uma briga de gigantes, vamos colocar no ringue Apple contra Google, e deixar que nossos fanboys defendam seu sistema operacional favorito!
A briga vai ser feia e promete muita polêmica. De um lado, a poderosa Apple, de Steve Jobs, com seu sistema operacional pioneiro entre os smartphones. De outro, a Google, que conquista cada vez mais espaço, colocando o sistema operacional Android em vários aparelhos.
Os melhores smartphones da atualidade funcionam com um desses dois SOs. Se você ainda está na dúvida entre um deles, acompanhe esta batalha de gigantes. Escolhemos um grande fã de cada SO para mostrar argumentos e defender qual deles é melhor para o seu celular.
Conhecendo os lutadores
Para a briga não começar antes da hora, vamos estabelecer o critério de respeito aos mais velhos e começar com o iPhone OS. Nosso concorrente nasceu em 2007 e, em 29 de junho daquele ano, milhares de pessoas estavam enfileiradas na frente de lojas da Apple nos Estados Unidos, para serem as primeiras a possuir o aparelho.
O sistema operacional da Apple funciona no iPhone, no iPod Touch e agora também no iPad. Desde que foi lançado, o iPhone assumiu o topo das vendas de smartphones e virou um dos gadgets mais desejados por usuários. Para junho de 2010 está previsto o lançamento do iPhone 4G, que promete ser ainda melhor.
O Android foi divulgado ao mundo mais tarde que seu concorrente. Em outubro de 2008, a Google fez o primeiro anúncio de um novo sistema operacional, baseado em Linux. O nome é da empresa Android Inc., comprada pela Google em 2005.
Este sistema operacional já está em sua quarta atualização. Elas recebem nomes de doces, e seguem ordem alfabética – Cupcake (1.5 – Bolinho), Donut (1.6 – Rosquinha), Eclair (2.1 – Bomba) e Froyo (2.2 – Frozen Yogurt). Nem tivemos tempo de ler todas as notícias sobre a versão Froyo e já sabemos que até o final do ano a Google lançará a atualização Gingerbread (Pão de Mel).
Round 1: navegabilidade

Essa discussão está rendendo no mundo da tecnologia. Flash ou HTML 5? Adobe ou Apple? A Google acabou entrando na roda, pois apresentou recentemente o Android 2.2, com suporte total para o Flash 10.1. Dessa forma, é possível ver todos os sites em Flash no navegador do aparelho, acessar jogos e vídeos.
Vale lembrar também que vídeos comprovam que o navegador do Android 2.2 – considerado o mais rápido entre os smartphones – fica consideravelmente lento ao rodar sites com Flash. Por outro lado, também é possível desabilitar seu uso, para que o navegador funcione sem problemas.

Por outro lado, os usuários de iPhone OS afirmam não sentir falta do Flash. É possível rodar vídeos do YouTube, por exemplo, utilizando outros aplicativos, e a quantidade de jogos disponíveis na App Store faz com que eles esqueçam os sites de jogos em Flash.
Outro ponto positivo do IPhone OS é a possibilidade de multitoque na tela, extremamente útil para a navegação na internet, zoom e boa jogabilidade nos aplicativos. No caso do Android, a maioria das versões do SO disponíveis no Brasil não suportam multitoque.
Round 2: Aplicativos

A App Store abriu suas portas em julho de 2008, impulsionando a venda de iPhones ao redor do mundo. Seu sucesso foi imediato e hoje ela conta com cerca de 200 mil aplicativos que fornecem aos usuários os mais variados serviços.
Seu sucesso no Brasil também é grande, e existem milhares de apps em português, direcionados para os usuários brasileiros. O lado negativo fica por conta das restrições impostas pela Apple aos desenvolvedores.
No Brasil, por exemplo, a App Store não tem uma categoria oficial para jogos. A razão é que o governo brasileiro exige que os jogos tenham recomendação de idade. Ao invés de ter o trabalho de classificar os aplicativos, a empresa de Steve Jobs optou por simplesmente não oferecer esta categoria.

Do outro lado do ringue está o Android Market, que está para o Android assim como a App Store está para o iPhone OS. A loja de aplicativos da Google foi anunciada no final de 2008, meses após a loja da Apple.
Mesmo assim, a popularidade dos aparelhos com SO Android não foi imediata, como no caso do iPhone. Dessa forma, o Android Market demorou muito mais tempo para crescer. Atualmente, ele possui cerca de 30 mil aplicativos disponíveis aos usuários.
O lado positivo é que o Android Market não sofre restrições. Por isso, desenvolver um aplicativo para Android e inseri-lo na loja é uma tarefa muito mais fácil. Recentemente, o Opera fez uma verdadeira campanha para que o navegador Opera Mini 5 fosse inserido na App Store, o que demorou semanas.
O pessoal da Google, com sua base em Linux e código aberto, não tem esse problema. Mas ainda são poucos os aplicativos desenvolvidos em português ou direcionados para os brasileiros, pois só agora o Android está ganhando popularidade no país.
Outro grande problema dos fãs do Android é a versão do sistema operacional, pois enquanto a maioria ainda possui as versões 1.5 e 1.6, os novos aplicativos só funcionam nos Androids mais recentes, Eclair e Froyo.
Round 3: Conectividade

Os dois sistemas operacionais têm conexão Wi-Fi e 3G, mas a questão do tethering é essencial. Através do iPhone OS é possível fornecer conexão de internet ao seu computador, por meio da máquina ou de seu celular.
Isso é essencial para quem utiliza gadgets portáteis, pois depender de pontos de conexão Wi-Fi não é confiável – principalmente no Brasil. Além disso, os gadgets da Apple possuem conexão por cabo USB e carregam a bateria no computador, sem precisar de tomada.

Em 2009, a Google anunciou a retirada de todos os aplicativos para tethering do Android Market. Ou seja, nada de conexão com a internet através do seu smartphone. E isso vale para todas as versões do Android… Até agora.
A versão Froyo dá essa liberdade para os usuários. Mas, como no caso do iPhone, nem tudo é perfeito. Por ora, não há nem previsão de quando os brasileiros vão receber suas atualizações para o SO 2.2, e ficamos aqui com nossos Cupcakes, Donuts e Eclairs, sem tethering.
Por outro lado, a liberdade dos usuários de Android é maior, podendo utilizar seu aparelho como um pendrive. Basta conectar e transferir arquivos, sem problemas de compatibilidade. Também não é necessário instalar nenhum programa em seu computador.
Já para os amantes da Apple, nem tudo é perfeito. Não basta conectar o cabo no computador e sair transferindo arquivos. Eles bem conhecem um programa chamado iTunes. Para transferir músicas e arquivos do computador para o gadget você é obrigado a usar tal programa. O único jeito de fugir disso é através do jailbreak, mas, com esta prática, você corre o risco de pôr seu aparelho em risco.
Outro ponto a favor do Android é que o próximo iPhone OS, versão 4 – que será anunciado em junho – não terá compatibilidade de carregamento com PCs. Isso mesmo, se você não possui um Mac, não adianta: carregar o smartphone? Só conectando à tomada.
Round 4: Personalização

Os fãs do Android não podem reclamar: personalização é um item chave neste sistema operacional. Além de alterar temas e cores, também é possível adicionar widgets a tela inicial, tornando o acesso aos seus aplicativos ainda mais rápido.
Algumas versões do Android possuem até sete homescreens alternativas, para você rechear de atalhos, widgets, imagens e fotos. Isso sem contar que o plano de fundo é uma escolha sua, e não uma tela preta.
Mas o Android tem interfaces alternativas para cada marca, como o Motoblur, da Motorola e o Sense, da HTC. Dessa forma, nem todas as versões são tão livres para a personalização. Antes de adquirir o aparelho, mesmo conhecendo seu sistema operacional, mexa um pouco em suas funções e verifique se ele oferece tudo o que você deseja.

Se personalização era um dos quesitos mais pedidos pelos usuários de iPhone OS, Steve Jobs os escutou. A nova versão promete permitir plano de fundo na springboard, pastas e atalhos para seus aplicativos mais utilizados. Mais do que isso, nos aparelhos atuais, só com a alternativa jaibreak, infelizmente.
Round 5: Exclusividade

Mesmo que você não seja louco pelos produtos da Apple, não pode negar a qualidade de seus SOs, muito menos a beleza no design dos aparelhos. O iPhone tem uma tela generosa e um visual muito bonito.
O que é falta de possibilidade para uns, é garantia para outros. Inserindo o iPhone OS somente em aparelhos fabricados pela própria Apple, o Sr. Jobs pode garantir a qualidade de sua marca, sem permitir que um aparelho com pior desempenho rode seu SO e o prejudique.

Para os usuários de iPhone OS, não há alternativas: o aparelho tem o mesmo design desde que foi lançado e mudanças só virão no lançamento de junho – segundo imagens vazadas na internet. Nos Estados Unidos, o iPhone é vendido somente através da operadora AT&T, e isso tem feito muitos usuários migrarem para o Android pela liberdade de escolha do plano de telefone.
O Android figura em aparelhos das mais variadas marcas, tipos, tamanhos e operadoras. O usuário tem a liberdade de escolher o celular que achar melhor e a operadora que achar mais eficiente. Além disso, encontra Androids com preços muito mais acessíveis do que os fãs do iPhone OS.
Essa liberdade é extremamente atraente, mas tem seus problemas. O Android não é igual em todos os aparelhos e a Google – mesmo através do seu próprio modelo, Nexus One, produzido pela HTC – não tem como garantir que os aparelhos vão rodar o sistema com qualidade total.

Além disso, a interface muda de marca para marca, e alguns donos de Android já andaram até reclamando de limitações na interface, como ocorreu com o Dell Mini 3. Outro problema é a demora nas atualizações do sistema operacional.
Enquanto lá fora a Google anuncia o Android Froyo, vários aparelhos continuam chegando ao Brasil com versões atrasadas, como é o caso do Motorola Quench – recém-lançado, mas com Android 1.5.
A atualização do SO depende não só da Google, mas também das fabricantes dos aparelhos em conjunto com as operadoras de telefonia celular. Isso provoca demora e faz com que muitos usuários fiquem presos a SOs ultrapassados.
Round final: a escolha do usuário
Os dois sistemas operacionais têm pontos positivos e negativos. A verdade é que cada um se adapta mais a um tipo de usuário. Mas agora a opinião é sua. Quem ganha esta briga: a Apple com o seu iPhone OS ou o Android, da Google?
Novo e-book reader funciona como um pergaminho
Os e-books vieram para ficar. Ganha quem pensar no design com a melhor relação estilo-funcionalidade.
Apesar do que os mais conservadores possam dizer, cada vez mais pessoas aderem aos e-books readers, aparelhos que projetam imagem virtuais das páginas de livros, revistas e praticamente qualquer coisa que possa ser publicada no meio digital.
É fato que os e-books não exigem corte de árvores para fabricação do papel, são mais fáceis de transportar e mais ágeis para fazer consultas. No caso de jornais, por exemplo, somente o custo de impressão das edições físicas já compensaria em bem pouco tempo uma passagem para a versão virtual. Sem contar que no mesmo dispositivo dá para ler vários outros periódicos.
O eRoll, por exemplo, foi desenhado por Dragan Trencevski, estudante de Design Industrial na Faculdade de Engenharia Mecânica, na Macedônia. A ideia dele é copiar o modelo dos pergaminhos, antigos rolos de papiro inventados pelos egípcios e usados em larga escara durante toda a Idade Média.

Assim, o usuário teria na mão seria apenas um tubo do qual, ao puxar uma espécie de alça, surge uma página. Nela são exibidos os conteúdos digitais. Uma novidade em relação aos dispositivos existentes atualmente.

A grande vantagem estaria no tamanho reduzido que o eRoll assume quando está fechado. Sem contar que quem vê de longe, provavelmente, não iria nem imaginar que se trata de um aparelho de alta tecnologia.

O eRoll pode acabar assumindo um papel parecido com o que os pergaminhos tinham: facilitar e baratear o processo de leitura.