Como vai funcionar o Google TV?
Depois do anúncio da nova tecnologia a ser implantada pelo Google, muita gente ficou curiosa sobre a chegada desse novo jeito de assistir televisão. Conheça agora como esse novo produto funciona!
Assistir à televisão sempre foi um dos passatempos modernos favoritos da maioria das pessoas em qualquer lugar do planeta. Desde a década de 1950 esse aparelho tornou os fatos muito mais próximos e com isso, fez do espectador alguém mais inteirado do que acontece no mundo. Depois, com a internet, esse sistema de informações globais ficou ainda mais dinâmico.
Você não precisa mais estar em um determinado país para ter acesso à programação e aos vídeos que são transmitidos lá. Serviços como o YouTube, NetFlix e tantos outros permitem que o espectador se liberte da grade horária de onde mora e passe a consumir programas internacionais que antes demorariam muito tempo para chegar – se chegassem.

Até então, os dois dispositivos são separados. Quem quiser assistir aos programas da televisão ao vivo terá de ligar o aparelho e tentar acompanhar as duas tarefas ao mesmo tempo – a internet e a TV. Entretanto, o Google decide lançar algo que une as duas ferramentas em apenas um aparelho: o Google TV.
O sistema funciona como uma espécie de elo que liga a TV à internet e vice-versa. O sistema deve funcionar com o Android, mas não com o aspecto que se observa nos aparelhos celulares disponíveis no mercado. A aparência do navegador Google Chrome é a que mais se aproxima desse sistema. A boa notícia é que o Google TV é compatível com a versão 10.0 do Flash, logo, qualquer site e vídeo pode ser executado na sua televisão.
Controles remotos superespertos

Como o Google TV funciona com o sistema operacional Android, é perfeitamente compreensível que a compatibilidade entre a televisão e o seu smartphone aconteçam sem grandes problemas. Aliás, essa é uma prática muito encorajada, já que os celulares com Android são excelentes “controles remotos” nessa ocasião.
Além disso, a nova plataforma Google tem controles específicos com teclados QWERTY para que você possa fazer buscas exatas do vídeo que pretende assistir. Assim, a plataforma de televisão ganha uma nova função: um novo ponto de acesso à internet.
Compreenda melhor
Assista o vídeo abaixo para entender melhor a relação da internet com a televisão. É neste nicho que o Google TV pretende trabalhar.
2011: o mundo assiste Google!
A tecnologia desenvolvida e anunciada durante o Google I/O promete estar a todo vapor pelos Estados Unidos já na segunda metade deste ano. Porém, o serviço de televisão movida à internet só chega aos lares internacionais no ano que vem, 2011. Até lá, as parcerias com fabricantes de televisores já está mais do que sacramentada para que você não precise comprar um dispositivo separado.

Marcas como Logitech e Sony já prometem fabricar o que for necessário para mudar o jeito de assistir televisão. Assim, a marca do Playstation 3 fica com o televisor Bravia e a Logitech com a “caixa Google” propriamente dita, para quem não quiser desembolsar alguns milhares em dinheiro para comprar uma televisão já adaptada.
C’est for tutti el mundo!
Não entendeu a mistura acima? Pois o Google TV seria capaz de decifrar o título que diz “É para todo mundo!”. Afinal, ele possui um sistema de legendas e tradução simultânea para qualquer idioma. Finalmente, você pode entender o que aquele cantor indiano canta ou não depender das legendas engraçadas do vídeo do filme “A Queda” em que Hitler dá uma bronca nos oficiais.

E a TV digital?
Apesar de ser um projeto muito interessante e rentável para a maioria dos meios de comunicação estrangeiros, o novo formato ainda não emplacou em terras brasileiras. Talvez o modo de se fazer televisão por aqui ainda não esteja preparado para tanta tecnologia e interatividade. Entretanto, uma coisa é certa: o Google TV vai mudar muita coisa assim que chegar.
A interação entre a televisão e os vídeos da internet pode ser perigosa a ponto de fazer com que aqueles usuários que já não eram muito fãs de assistir à programação normal – enquanto ela passa em horários engessados – desistam de tentar adaptar-se aos horários estipulados por aquela “caixa no centro da sala”.

Em outras palavras, o futuro da televisão como conhecemos está com os seus dias contados. Agora, quem manda na programação é você. Afinal, quem consegue assistir a todos aqueles programas em milhares de horários diferentes, isso quando os canais não coincidem suas programações para disputar audiência?
O Google TV funciona, mais ou menos, aos moldes do TiVo. Para quem não conhece, o TiVo é uma espécie de “gravador” de programas que pode ser agendado para que você assista seus programas favoritos independente do horário que estiver em casa. O Google TV também pode fazer isso por você, porém, ele traz uma plataforma compatível com o Flash, o que possibilita um mundo de oportunidades que não existiam antes!
Nem tudo é perfeito
Apesar de ser uma ideia genial, o Google TV pode sofrer com algumas ameaças externas, ou seja, que não cabe a ele controlar. Um dos principais riscos do uso dessa tecnologia é o bloqueio por parte dos servidores de conteúdo. O Hulu é um dos provedores de vídeos que bloqueia seu conteúdo para visitantes que estejam fora dos Estados Unidos.
Se essa moda pegar, muita gente vai deixar de assistir vídeos porque o “dono” do conteúdo decidiu que não quer liberar o acesso de usuários do Google TV. Assim, é preciso considerar algumas falhas nesse sistema que, aparentemente é o sonhado pela maioria das pessoas!

Outro recurso que pode assustar e animar um pouco os futuros espectadores do Google TV é o fato de o sistema operacional ser o Android. “Mas não era um ponto positivo?”, alguns podem se perguntar. Se você analisar do ponto de vista da compatibilidade de dispositivos, é sim. Porém, existe um lado não muito bonito nessa história que se chama “atualização frequente”.
Já imaginou ter o seu programa favorito interrompido por uma atualização que decidiu aparecer na sua frente? Tudo bem, você pode pausar e assistir depois, mas é muito chato der de parar o que se está fazendo para cumprir uma atualização, não é mesmo?
E agora, já pensou em ter a sua? Pois teremos de esperar até o ano que vem!
Novos eletrônicos: Kobo eReader
Mais um e-reader desembarcou nas mãos dos leitores mais moderninhos. Com preço abaixo do mercado, seria o fim definitivo do Kindle?
Você se lembra do burburinho ao redor do lançamento do Kindle? Parecia que mais uma vez a Amazon havia acertado a mão e criado algo inovador e que venderia como água. De fato o Kindle até foi uma sensação, mas quando o iPad entrou na jogada, a febre dos e-readers foi curada com o show dado por Steve Jobs na apresentação de seu tablet.
De certa forma, Kindle e iPad são diferentes, tanto no preço quanto nas funcionalidades, mas o aparelhinho de Jobs faz o que o da Amazon faz e muito mais. Apesar de dado quase como morto, o segmento dos e-readers acabou de ganhar mais um membro que promete deixar o Kindle muito mais preocupado.
Kobo eReader
Seguindo a linha do Kindle, o Kobo também é fruto de uma livraria que vende livros online e resolveu lançar um e-reader. A Borders é a empresa por trás do Kobo, mas, ao contrário da Amazon, preferiu criar uma marca exclusiva para dar suporte para o equipamento.

O que ele tem de diferente
Olhando algumas imagens é difícil perceber alguma diferença significativa entre os e-readers já disponíveis no mercado e o Kobo. No entanto, a maior diferença do equipamento está no preço. É nesse quesito que ele tira o sono do Kindle, pois este custa em média US$259, enquanto o Kobo é vendido por US$ 149, ou seja, quase metade do preço.
Entretanto, se o preço é menor, o número de funcionalidades também. Em uma tabela comparativa fornecida pelo fabricante do Kobo é possível confrontar seus pontos fortes e fracos em relação aos rivais. Confira a seguir uma versão resumida das especificações:

Diferenciais
OK. Até o momento ele é apenas mais um e-reader no mercado, mas o Kobo tem seu charme. A começar pelo revestimento acolchoado na parte de trás do equipamento. Isso dá um visual sofisticado, ao mesmo tempo em que garante a segurança em caso de quedas e riscos.
Além do revestimento, o enorme botão azul divide opiniões. Há quem diga que ele transmite a modernidade que o Kindle não tem. Também há os que o consideram muito chamativo, o que prejudica o design.

Para fechar o quesito diferencial, o e-reader da Boarders já vem com 100 títulos pré-carregados, por isso, você não precisa puxar o cartão de crédito assim que comprar o aparelho para ter o que ler.
Mais que um e-reader
Uma das vantagens do Kobo é o preço e ninguém duvida, mas ele também oferece uma ampla biblioteca que se difere da Amazon essencialmente pela organização. O site Kobobooks possui um acervo de aproximadamente 2 milhões de livros. Talvez seja por isso que o 1 GB de armazenamento pode ser expandido para até 4 GB com um cartão de memória.

O mais legal é que você nem precisa ter o Kobo para ler livros, pois basta baixar um aplicativo compatível com vários outros dispositivos móveis, como iPhone, BlackBerry, notebooks, iPad, Nexus One e vários outros e ler a obra que desejar.

O que falta?
Olhando assim, o Kobo é o que o Kindle não foi, ou seja, barato o suficiente para ser popular, compatível com outros dispositivos, uma loja organizada, bateria com quase duas semanas de duração e por aí vai. Porém, não dá para negar que o Kindle tem muito mais “bala na agulha” quando se fala em número de livros disponíveis e tipos de conexões.
Por oferecer apenas USB e Bluetooth, o Kobo é dependente de outros aparelhos para receber conteúdo novo. Já o Kindle é mais independente, pois com 3G e, em algumas regiões o Wi-Fi, é possível se atualizar com mais facilidade, tendo em vista que jornais, por exemplo, possuem conteúdos novos todos os dias.

Onde comprar?
O Kobo está disponível apenas no Canadá, mas há previsão de que ele chegue aos Estados Unidos até o fim de maio. Já no resto do mundo não há estimativas, mas com um precinho mais camarada, ele tende a ir mais longe do que o Kindle ou o Sony Reader, que também escreveu com e-ink seu nome na história.
5 tecnologias que farão você trocar de computador muito em breve
As inovações tecnológicas no mundo da informática não param nunca! Confira as novidades mais quentes do segmento, que levarão muita gente a comprar um novo PC.
Se você acompanha o Baixaki constantemente, confere sempre alguma novidade tecnológica envolvendo componentes de computador, como novos processadores, placas de vídeo e HDs. Neste artigo listamos cinco inovações que farão qualquer um pensar em uma nova máquina em breve.
Ressaltamos que muitas das razões apontadas aqui são voltadas para os entusiastas, aqueles que não olham o valor das peças e fazem de tudo para terem o que há de melhor em seus gabinetes. Se você é mais comedido e espera os preços baixarem antes de atualizar sua máquina, vale a pena conferir as tecnologias que em poucos anos serão viáveis para boa parte dos usuários.
1° motivo: USB 3.0!
A versão atual de conexões USB que utilizamos, a 2.0, chegou aos consumidores próximo do ano 2000. Mais de uma década se passou e uma nova tecnologia já é mais do que necessária para satisfazer a demanda cada vez maior de arquivos enormes, como vídeos em alta definição, que podem ser transferidos para pendrives e outros dispositivos de armazenamento.

O USB 3.0 chegará para revolucionar a velocidade de transmissão de dispositivos com esse tipo de conexão. De 60 MB/s, velocidade atual dos dispositivos USB, a transferência passará a ser de 600 MB/s no novo padrão. Para obter todo esse potencial você precisará de uma placa-mãe com suporte para o USB 3.0, além de dispositivos (pendrives, HDs externos) dentro do novo padrão. Alguns modelos de placa-mãe já contemplam o novo formato, como a linha P7 da Asus.
2° motivo: discos rígidos de 3 TB
A era dos vídeos em alta resolução já chegou e as conexões em banda larga estão cada vez mais velozes. Para muitos aficionados por vídeos, games e arquivos pesados, capacidade de armazenamento pode ser uma das características mais importantes no computador. A Seagate já anunciou o desenvolvimento de discos rígidos de 3 TB de armazenamento total.
Infelizmente, nenhum desenvolvedor de placas-mãe pensou nessa possibilidade em tão pouco tempo. Portanto, para utilizar uma dessas belezinhas, será necessário atualizar a sua placa-mãe para modelos que suportem os novos HDs. Por hora pode ficar tranquilo, pois eles só chegarão no ano que vem aos consumidores.
3° motivo: a era do 3D chegou
Nos próximos anos, o conteúdo 3D disponibilizado em filmes, programas e games deverá aumentar bastante. Para se atualizar e conferir essas novidades, você precisará de um conjunto de placa de vídeo, monitor e óculos para visualizar as imagens em três dimensões. A Nvidia já tem esse conjunto, chamado de 3D Vision, embora pouco sobre games já esteja em andamento na questão 3D. O Playstation 3 também deverá apresentar alguns games no formato, ainda neste ano. Quanto aos filmes, com o sucesso de Avatar, diversos grandes lançamentos deverão aparecer em três dimensões para venda ou download, o que popularizará a tecnologia.
4° motivo: virtualização
O Windows 7 trouxe consigo uma característica muito útil para quem fazia uso do XP e contava com aplicativos exclusivos para o sistema operacional mais antigo. Com o “XP Mode” você roda um Windows XP virtual simultaneamente ao Windows 7, através de um conceito chamado de virtualização. Essa tendência deverá ser ampliada em um futuro bastante próximo, com maior suporte para tarefas em vários sistemas operacionais rodando em uma mesma máquina.
Para estar apto à tecnologia, é necessário que seu processador seja compatível com o processo de virtualização. No caso do Windows 7, há um pequeno aplicativo capaz de identificar essa possibilidade, que você baixa através deste link.

5º motivo: processadores de seis núcleos!
AMD
Muito em breve a AMD lançará seus primeiros modelos do Phenom II X6, os tão divulgados processadores de seis núcleos. Com preços extremamente inferiores aos melhores componentes da Intel (o melhor modelo já anunciado do X6 não deverá passar de 300 dólares), a empresa pretende vender bem mais do que sua concorrente.
Os modelos prometem ser mais adequados às necessidades de usuários comuns, como games e aplicações multimídia, já muito bem desempenhadas por processadores de quatro núcleos.
Outro ponto bastante interessante para o bolso dos usuários é o fato de os novos componentes se adequarem à plataforma AM3, já utilizada nos conhecidos do Phenom II. Isso significa que muita gente sequer precisará trocar de placa-mãe, e quem precisar encontrará modelos bem mais em conta do que os oferecidos para processadores Intel.
Intel
O lema da Intel para os próximos meses parece ser a oferta de desempenho incomparável, custe o que custar. É inegável que os novos processadores da empresa são os mais poderosos, mas o preço que você vai pagar pelo novo modelo de seis núcleos não compensa na maioria dos casos. O i7-980X terá seis núcleos reais com 3,33 GHz de velocidade e poderá simular até doze núcleos virtuais, graças à conhecida tecnologia HyperThreading. Para utilizar esses modelos será necessária uma placa-mãe com o soquete LGA 1366, utilizada a partir do modelo i7-920. Se você tinha um modelo inferior a esse, provavelmente precisará trocar também a sua placa-mãe ao adquirir o novo i7.
Smartphone: muito mais do que um celular inteligente
Quando se pensa em smartphones, logo vêm à mente os nomes iPhone e BlackBerry. Acompanhe este artigo para conferir que há muito mais para ser descoberto neste segmento.
Há muitos usuários que imaginam os smartphones como um segmento fechado e dominado pela Apple e pela BlackBerry. É verdade que estes são os mais conhecidos no setor, pois não haviam lançado aparelhos com poucos recursos, como é o caso de outras fabricantes, como a Nokia e a Samsung.
Mas é necessário saber que há outras marcas muito importantes no cenário, marcas que podem se adequar ao seu perfil e atender a todas as suas necessidades a preços mais agradáveis. Também há aparelhos mais luxuosos, que ultrapassam os valores do iPhone da Apple.
Confira neste artigo alguns conceitos interessantes sobre os smartphones, como marcas menos reconhecidas e também um pequeno guia do que deve ser analisado antes de comprar um aparelho. Mas para começar é necessário ter bem definido o conceito do smartphone.

Os smartphones vão além dos limites da Apple
O que é um smartphone?
Em definições básicas, um smartphone é um telefone celular que possui funcionalidades muito superiores às funcionalidades comuns dos aparelhos normais. Ao invés de apenas armazenar informações de telefones, efetuar e receber ligações e os mesmos processos com as mensagens de texto, os “celulares inteligentes” realizam várias tarefas mais avançadas.
É comum confundir os conceitos relacionados à tecnologia presente nos telefones celulares mais modernos. Muitos, equivocadamente, consideram os celulares com reprodução multimídia como sendo smartphones, mas há algumas diferenças básicas entre eles.

Muita coisa mudou com o tempo
A diferença mais básica está na plataforma de controle das aplicações disponíveis nos aparelhos. Por exemplo, enquanto os smartphones possuem sistemas operacionais avançados que permitem a instalação de softwares e execução de tarefas não nativas; os celulares comuns rodam apenas programas nativos instalados no firmware ou aplicações simples em Java.
Não se pode esquecer também que smartphones ganharam esse nome e não foi por acaso. Eles são realmente inteligentes, pois possuem processadores similares aos utilizados em computadores, permitindo até mesmo a utilização de vários aplicativos ao mesmo tempo em alguns dos modelos.
Outra coisa bem interessante relacionada aos celulares inteligentes é que a grande maioria possui sistema operacional aberto. Importante não confundir com sistema operacional de código livre, pois enquanto este pode ser modificado por qualquer um, aquele é distribuído para que qualquer um crie aplicativos compatíveis.

Motorola Dext
Muito além do que se conhece
Quando se pensa em um smartphone, geralmente dois modelos de utilização distintos são imaginados. O primeiro deles está relacionado à diversão e à capacidade de armazenamento multimídia presentes no iPhone, da Apple. Isso porque o aparelho com tela multitoque possui a maior app store entre os smartphones disponíveis no mercado.
O segundo padrão está sedimentado no mundo profissional, pois possui uma série de aplicativos específicos para a utilização de executivos, por exemplo. Trata-se do Blackberry, que a cada geração ganha novos recursos e funcionalidades, como é o caso do Blackberry Presenter que possui um projetor integrado para apresentações.
Apesar de esses serem os smartphones mais conhecidos pela grande maioria dos usuários de tecnologia, há várias outras marcas de telefones e sistemas operacionais que possuem particularidades e podem se adequar a diferentes perfis de utilização dos mais diversos usuários.

Nokia
Uma das empresas fabricantes de telefones que mais disponibilizou modelos durante a ascensão da telefonia móvel foi a Nokia. Além da variedade de modelos, também havia a variedade nos perfis dos consumidores, devido à grande variação de valores cobrados por eles.
Anos depois, a Nokia foi novamente responsável por uma contribuição enorme no mercado, disponibilizando aparelhos de diversos modelos. Outra vez a variedade contribui para que vários tipos diferentes de usuários tenham acesso aos aparelhos.
A maioria deles possui o sistema operacional Symbian em suas mais diversas versões. Este sistema possui uma gama interessante de aplicativos para fins profissionais, porém o número de jogos disponíveis é bem limitado se comparado com o iPhone, por exemplo.
HTC
Ainda com pouco mercado no Brasil, a HTC possui alguns smartphones muito bons e extremamente interessantes em matéria de design dos aparelhos, que oferecem traços luxuosos. Esse luxo em grande parte dos modelos oferece uma placa de metal personalizável na parte de trás deles.

Interessante lembrar que HTC foi a marca escolhida pela Google para lançar o primeiro celular da empresa, Google Nexus One. Isso demonstra a confiabilidade da empresa, afinal a Google não depositaria suas fichas em qualquer fabricante.
Outro ponto bacana dos smartphones HTC está na disponibilidade de dois sistemas operacionais. Não em um mesmo aparelho, é lógico, mas há modelos que são vendidos com o Windows Mobile da Microsoft e outros com o Google Android, sistema de código aberto.
Microsoft
Entrando na onda dos telefones inteligentes, a Microsoft lançou os celulares Kin, dois modelos com diferentes configurações que prometem integrar o melhor das redes sociais nas interfaces simples dos aparelhos. Além disso, eles também possuem integração com serviços de email e anexação instantânea de arquivos.
Também contam com o sistema de reprodução multimídia similar ao utilizado no Zune HD, com ferramentas de integração para diversos formatos de reprodução de vídeos e áudio. O sistema operacional é baseado no Windows Phone, compatível com vários aplicativos de escritório.
A internet nos smartphones
Ao contrário dos celulares mais antigos que possuíam internet WAP (Protocolo de aplicações sem fio), os smartphones têm acesso à internet similar ao utilizado por computadores, utilizando navegadores em versões reduzidas e adequadas às limitações dimensionais e sua correspondente capacidade de processamento.

Smartphones não precisam utilizar apenas os navegadores nativos de seus sistemas operacionais. O iPhone por exemplo, possui o Safari nativo, mas roda também o Opera se instalado no aparelho. E para alimentar os navegadores é necessário carregar os dados de algum lugar, eis que surgem dois modos de acesso à internet.
Wi-Fi
Presente nos computadores portáteis e também em alguns de mesa, as placas de internet wireless também estão em quase todos os smartphones mais modernos. Isso garante o acesso à internet a partir de qualquer ponto que esteja ao alcance de uma antena de transmissão de dados.
A parte boa é que não são utilizados transmissores específicos para celulares, mas sim os mesmos que transmitem sinais para computadores. Isso garante a facilidade no acesso para qualquer usuário que esteja nos grandes shoppings, empresas, universidades e residências com o dispositivo.

3G
Para quem precisa utilizar a internet em locais onde não há a disponibilidade do sinal wireless, nada mais eficaz do que assinar um plano 3G. O número de aparelhos que aceita o formato é bem menor em relação ao Wi-Fi, mas as vantagens são claras para quem precisa do acesso a qualquer momento. O ponto fraco da 3G é o consumo de energia.
Não erre na hora de comprar um smartphone
Há vários aspectos que devem ser analisados antes de comprar algum smartphone. A primeira pergunta que deve ser feita é: “realmente preciso de um smartphone?”. Se suas necessidades são apenas relacionadas a câmeras e reprodução multimídia, a resposta é não. Mas se seu perfil é de utilização de softwares móveis e você precisa de processamento e acesso à internet a qualquer momento, a resposta muda.
Os diferentes teclados
Há dois formatos principais de teclado disponíveis para os aparelhos. Ambos são QWERTY (o formato de ordenação de teclas semelhantes ao utilizado nos teclados de computadores), a diferença está na existência física dele. Por exemplo: o Kin Two da Microsoft possui teclado físico (tangível), já o iPhone possui teclado virtual (carregado na tela).

Exemplo de teclado físico
Quanto tempo ele aguenta?
Não adianta ter um telefone com os jogos mais legais, os programas mais úteis e o design mais moderno se ele tiver de ser carregado a cada duas horas. Por isso é importante escolher um aparelho com bastante autonomia da bateria, assim não serão necessárias interrupções nas aplicações para buscar uma tomada.
Capacidade de armazenamento
Alguns aparelhos possuem entrada para cartões de memória flash, mas é bom observar sua capacidade de memória interna. Por exemplo, um iPhone 3GS pode ter até 32 GB de memória interna, ótimo para armazenar programas e documentos, mas não suportam cartões externos. Outros podem ter apenas 8 GB de memória, mas suportam cartões de memória para ampliar essa capacidade.
Recursos multimídia
Importante observar as especificações dos recursos multimídia do aparelho. A câmera digital integrada captura imagens com quantos megapixels de resolução? Quais os formatos de reprodução de áudio e vídeo? E a resolução dos vídeos reproduzidos? Assim você saberá se o telefone se adéqua às suas necessidades e expectativas.

O Kin da Microsoft integra várias funções de mídia
Considerações finais
Agora que você já sabe um pouco mais sobre estes aparelhos, considera seu perfil de utilização e necessidade como compatível com os aparelhos? Qual o seu modelo favorito? O que acha que deveria ser adicionado ou mudado nos smartphones para que eles pudessem ser ainda melhores?
As Várias Faces do Google
O Google é na atualidade o buscador mais utilizado, com isso, pessoas e o próprio Google utilizam de paginas para fazer sátiras com esse buscador, ou até mesmo homenagens.

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Google refletido no espelho
Googoth
Google Gótico
h4x0r
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google easter
Google de páscoa
google klingon
Google na linguagem dos Klingon, da série Star Trek
google mode
"Google em vertical" ou "Versão Mobile"
google bork
Versão da linguagem dos Muppets
google sam
Versão iGoogle patriota(E.U.A)
Gogol librelogiciel
Paródia francesa do Google
Cthuugle
Versão do Google toda modificada
Linux google
Google com o pinguim do linux
Google bsd
google com a imagem de uma capetinha
google compact
IE Google compacto. "Fix: É o segundo site da lista"
Arabic google
Google em arábico
googlex
Google com imagens em Flash no menu
Doogle
Cópia descarada do Google
toogle
Paródia das imagens do Google
gizoogle
Google com logo sobre carros(rodas)
googlewack
Outra parodia sobre o Google
Político honesto
Pagina de erro muito engraçada(Não tem nada haver com o Google.
googlex jayssite
Google com X no logo e com Menu em Java
googlex chaoszone
Google variado
google black
Google na cor preta
iPhone 4G: boatos e possibilidades
Novos rumores cercam a Apple e, desta vez, o alvo é o novo iPhone. O que dizem por aí?
Durante semanas, todos os holofotes do mundo da tecnologia estavam voltados para o iPad, o novo tablet da Apple. Primeiro foram as especulações, seguidas pelo o fatídico 27 de janeiro e , depois, os comentários e reviews.
O tablet roubou espaço no palco, mas agora é hora de dar a vez para os outros gadgets da maçã. Já é começo de fevereiro e, em breve, o iPhone deve evoluir.
Tablet de um lado, tablet do outro e todo mundo se esqueceu do smartphone da Apple. No mercado dos celulares inteligentes, a Google já fez a sua aposta e lançou o Nexus One. Qual será a resposta de Cupertino a tamanha provocação?
Em meio aos milhares de rumores sobre o iPad, uma ou outra notícia mencionava boatos sobre o iPhone 4G, a próxima geração do smartphone da Apple. Embora tímidos, os boatos sobre o novo iPhone existem e, muitos deles, podem ser reais.

Mockup: Isamu Sanada
Quando?
Embarque na máquina do tempo. O primeiro iPhone foi apresentado no dia 9 de janeiro de 2007 e lançado seis meses depois, em junho. O iPhone 3G e o 3GS foram lançados, respectivamente, em julho de 2008 e junho de 2009. A história se repete e é muito provável que o iPhone 4G seja lançado em meados de 2010.
De acordo com o website francês Challenges.fr, é possível que o lançamento aconteça já em maio, devido ao smartphone da Google, que deu as caras por aí. Mas será que a Apple ficou tão apavorada com o Nexus One a ponto de quebrar sua tradição? O boato dos franceses é isolado e não tem muita fundamentação. A grande aposta é que o iPhone 4G venha ao mundo em junho/julho deste ano.
4G
A conexão 3G abriu novos horizontes para os usuários de smartphone. Enviar e receber dados que vão além de uma simples mensagem de texto ou voz foi um grande passo. Não satisfeitos, os entusiastas e especialistas estão loucos para que, com o iPhone 4G, seja lançada uma nova geração de celulares que promete velocidade e possibilidades ainda maiores.

A ideia é que a Apple poderia usar a rede 4G da norte americana Verizon. Embora já em funcionamento, a rede não está completamente pronta para receber um grande número de usuários, como aconteceria caso o iPhone fosse 4G. Apesar das especulações e do desejo de evolução, é pouco provável que o iPhone 4G ofereça suporte para a rede 4G – pelo menos por enquantoEntranhas
Para alguns consumidores, ter uma nova câmera e um visual bonitinho já é mais do que suficiente para a atualização do iPhone. No entanto, para muitos outros, o processador ou chip gráfico utilizado no smartphone pode ser determinante.
Segundo o jornal KoreaTimes, o iPhone 4G terá um processador multinucleado ARM Cortex-A9, com velocidade superior a 2GHz. Outra possibilidade seria utilizar os novos chips da Apple, do mesmo tipo implementado no iPad. As intenções de Steve Jobs em relação aos processadores da empresa ainda não são claras.

É seguro afirmar que a capacidade de armazenamento deve dobrar no novo iPhone 4G. Tanto a Samsung quanto a Toshiba já oferecem opções de pequenos chips de 64GB, que devem ser mais do que suficientes para armazenar games, aplicativos, fotos, músicas e o que mais você quiser. O iPhone 4G deve esbanjar em armazenamento.
Quando o assunto é gráficos, o iPhone deve se manter na linha. A empresa que fornece os chips gráficos para o iPhone 3GS, a Imagination Technologies, já apresentou uma nova versão do produto, o SGX545.
O chip vem com OpenGL 3.2 e OpenCL 1.0, rodando a 200MHz com suporte a DirectX 10.1 e saída HD. Embora não seja garantido que os chips da Imagination Technologies farão parte do próximo iPhone, as chances são grandes.Câmera frontal

Crédito: Jesus Diaz
Os rumores do iPhone 3GS já indicavam uma possível câmera na parte da frente do aparelho, voltada para as famosas videoconferências. Já pensou poder não só conversar, mas ver seus amigos e familiares usando apenas um iPhone? Pois é, dentre as possíveis características do novo iPhone, lá está a câmera frontal. A probabilidade da Apple adotar a ideia continua sendo pequena, mas a esperança é a última que morreOLED
A tela OLED também foi um dos rumores para o iPhone 3GS. Um pouco a frente de seu tempo na época em que foi boato, hoje a tela OLED é uma atualização necessária. O Nexus One, principal ameaça ao iPhone do momento, traz uma belíssima tela AMOLED de 3.7" e resolução 480 x 800. Sendo assim, não seria muito esperto por parte da Apple deixar o iPhone 4 com a tela LCD de 3.5" e resolução de 320×480.

Um aumento de resolução no iPhone 4G é imprescindível. Além de um novo hardware, os aplicativos da App Store também terão de ser reformulados. Afinal, uma boa parte dos títulos disponíveis foram criados com base na resolução 320×480.
Sensível ao toque
O MagicMouse foi o primeiro mouse multitouch do planeta tecnologia e, ao que tudo indica, o iPhone 4G poderá ser o primeiro smartphone com carcaça sensível ao toque. Isso mesmo, rumores dizem que a parte de trás e as laterais da nova versão do iPhone poderão ter uma função extra. O boato vem de Robert Chen, analista da Goldman Sachs.
Por enquanto, essa história de carcaça sensível ao toque não passa de uma hipótese remota. Por que você iria utilizar a parte de trás do iPhone para atender ao telefone ou escolher uma música quando você pode, simplesmente, usar a tela?
Bateria removível
O já mencionado KoreaTimes, jornal sul coreano, não falou apenas do provável processador do iPhone. A previsão é de que a quarta versão do aparelho tenha uma bateria removível. Essa possibilidade deixa qualquer um desconfiado, afinal, nenhum dos modelos anteriores do smartphone tinha esta característica.

Mockup do novo iPhone
Além disso, todos os novos MacBooks da Apple trazem a bateria fixa, o que torna o boato do KoreaTimes ainda mais duvidoso. A não ser que a Apple tenha uma ideia genial e inovadora, a bateria do iPhone 4G deve permanecer intocada.
Câmera
É para bater de frente com o NexusOne ou para manter uma linha evolutiva? Ao que tudo indica, a nova câmera do iPhone terá resolução de 5 Megapixels. A OmniVision Technologies, atual fornecedora de sensores para iPhones, afirma ter recebido uma solicitação da Apple para a produção de sensores CIS de 5 Megapixels.
Mais do que uma simples necessidade do usuário, muitos dizem que a atualização na câmera é uma espécie de jogada de marketing. O usuário precisa saber que a câmera do smartphone possui 5 Megapixels e isso já o deixa satisfeito. Pois bem, Apple, satisfaça-nos!

Falando em câmera, vale mencionar um forte boato de que a câmera do iPhone 4G viria equipada com um poderoso flash de LED! Dizem por aí que a empresa teria encomendado milhões de lâmpadas LumiLEDs da Philips e estaria pronta para iluminar suas fotos mesmo quando as condições do ambiente não são das melhores.
Vídeo em alta definição
Uma investigação no SDK 3.2 do iPhone OS resultou em uma boa surpresa: a versão 2010 do aparelho suportará gravação de vídeo em alta definição. O codinome N89, usado para indicar o novo iPhone, traz uma lista de propriedades que reconhece vídeos coma té 1280 x 921 pixels de espaço total, o que equivale à resolução 1280 x 720 (HD 720p). Outro indício revela o reconhecimento do codec AVC 3.1, utilizado na gravação de material HD.
Tudo em uma coisa só
Na semana do lançamento do iPad, foi criada uma imagem contendo todos os boatos e possíveis características do produto. Tendo isso como base, o website francês Nowhere Else uniu alguns dos principais rumores sobre o iPhone 4G e os compilou na imagem a seguir.

Vazou!
A iResQ, empresa especializada no conserto de iPhones, divulgou algumas imagens do que seria o iPhone 4G. De acordo com as imagens, o suposto novo iPhone aparenta ter cerca de 6mm a mais de comprimento do que seus antecessores. Enquanto o verdadeiro iPhone 4G não é lançado, as imagens da iResQ continuam sendo meros boatos. Verdade ou não, confira as fotos logo abaixo.


Mito ou Verdade: Wi-Fi gasta mais bateria que 3G?
Saiba se a internet wireless realmente é uma devoradora de bateria de notebooks ou se isso é apenas um boato para estimular o consumo da internet 3G.
Há cerca de cinco anos, pensar em comprar um notebook era algo exclusivo das classes mais abastadas da sociedade brasileira. Os modelos portáteis eram caríssimos, sem falar nos valores de manutenção, que comparados aos desktops possuíam preços exorbitantes e pouco vantajosos para a grande maioria dos usuários.
Com o passar do tempo, os preços foram caindo. Por consequência os consumidores começaram a adquirir os produtos sem precisar de tantos sacrifícios financeiros. Pode-se dizer que o crescimento dos mercados de crédito e a posterior queda do dólar contribuíram bastante para a construção deste cenário favorável à expansão do consumo dos computadores transportáveis.
É fato que, juntamente à expansão do segmento de notebooks (e posteriormente, de netbooks) e celulares, outro mercado cresceu bastante: o da internet móvel. Não apenas a das operadoras de celular, mas também a internet móvel dos roteadores wireless, que permitem a conexão de computadores em pontos sem cabos limitadores.

Mas não se pode esquecer o grande problema que aflige quase a maioria absoluta dos usuários de notebooks, netbooks e smartphones: a autonomia da bateria. O que mais consome energia é a utilização da placa gráfica do computador, pois ela demanda vários recursos de processamento e utilização de memória.
Quando ligado a algum cabo de rede, sendo conectado diretamente ao roteador, é difícil que o computador consuma muita energia advinda da bateria. Mas quando o caso é diferente e a internet é acessada por dispositivos sem fio, a história é um pouco diferente. Mas qual a forma mais econômica, redes wireless ou internet 3G?
Economia financeira e velocidade
Em matéria de custo-benefício, pode-se dizer que a internet wireless possui algumas vantagens sobre a 3G, isso porque há vários pontos de acesso gratuito em grande parte das capitais, como em shoppings e universidades. Além do fato que em residências a velocidade é bastante satisfatória, por estar conectada a roteadores de internet banda larga.

Por outro lado, a internet 3G, mesmo que sendo mais cara do que sua concorrente, é superior para muitos casos em que existe a urgência no acesso à internet. Isso porque ela é oferecida pelas operadoras de celular, assim possuindo um alcance bastante grande, mesmo que o sinal não seja forte em todos os locais.
Consumo de bateria
A ideia principal deste artigo é apresentar algumas questões relevantes acerca do consumo de energia de cada um dos modelos de acesso às redes de internet banda larga. Com isso o Portal Baixaki pretende fornecer informações suficientes para que cada um avalie suas próprias necessidades e decida por um tipo de internet para seus notebooks.
Segundo Marcelo Daou, Gerente da área de Experiências em Consumo do Instituto de Tecnologia da Nokia, há uma série de variáveis que podem fazer com que cada uma das tecnologias gaste mais ou menos energia em determinados momentos. A internet wireless tem fortes picos de consumo nos momentos em que a placa faz varreduras em busca de redes, enquanto a internet 3G gasta muita bateria em casos de timeout de rede, pois isso aumenta o tempo de estabelecimento da conexão.
O Portal Baixaki procurou Luiz Mariano Julio, CTO (Chief Technology Officer) da Positivo Informática para poder esclarecer essa dúvida que tanto intriga boa parte dos usuários de computadores portáteis e outros dispositivos com internet móvel.

Fonte: Positivo Informática
Internet 3G
A conexão oferecida pelas operadoras de telefonia celular consome bastante energia, é verdade. Isso ocorre por um motivo bastante simples: distância. Sim, a distância entre o modem 3G e a torre de comunicação das operadoras de telefonia celular podem chegar a ter quilômetros.
Em um exemplo prático: quando você liga seu notebook e conecta o modem 3G (ou um smartphone com o modem embutido) a ele, o sinal precisará ser estabelecido a distâncias bastante longas, o que gera um gasto de energia bem grande.

Mesmo que em alguns momentos o consumo de energia fique estabilizado, o contato ininterrupto com a central de dados da operadora faz com que a bateria do dispositivo seja “sugada” mais rapidamente do que quando utilizam redes Wi-Fi.
Wireless
Wi-Fi é a conexão que oferece o sinal de banda larga padrão, mas ao invés de utilizar cabos conectando o roteador e os computadores, o sinal é transmitido por uma antena e uma placa de rede sem fio. Notebooks, netbooks e a maioria dos smartphones já são vendidos com esse dispositivo.
Como já foi dito neste artigo, o acesso é facilitado pelo grande número de hot-spots espalhados pelos grandes shoppings das cidades, ou mesmo em universidades e outros pontos de grande fluxo de pessoas.

Essas redes funcionam em áreas restritas, ou seja, apesar de os notebooks consumirem bastante energia na busca por sinal de novas redes, a placa wireless gasta menos energia após ser feita a conexão com a antena, sendo, portanto, mais econômica do que a rede 3G.
Considerações finais
Analisando as informações contidas neste artigo fica evidente para todos que a internet Wi-Fi não gasta mais energia da bateria do que a 3G, e o fator que mais contribui para isso é a distância enorme que existe entre computador e torre transmissora do sinal 3G. Portanto, fica provado que isso é apenas um mito.
E você utiliza qual conexão no seu notebook? Percebe diferenças efetivas ao comparar os dois tipos de conexão móvel? Deixe um comentário contando ao Portal Baixaki a sua preferência na hora de conectar-se à internet sem o uso de cabos.
Nintendo lança Nintendo DSi XL na América Latina nesta semana
A produtora Nintendo não quer ficar para trás em 2010. Por estar perdendo para a concorrência em termos de tecnologia, uma vez que o Wii não apresenta gráficos em alta definição, a empresa japonesa foca seus esforços em lançar títulos de qualidade neste primeiro semestre. Sendo assim, a América Latina receberá grandes games e produtos…
O principal deles é a chegada da nova versão do portátil Nintendo DSi XL. “O portátil tem duas telas que são 93% maiores do que das versões anteriores do portátil. Isso torna mais fácil de visualizar os games e de jogar ao lado da família”, comenta Mark Wentley, gerente de mercado da Nintendo para a América Latina. Ele esteve no Brasil durante o evento de games GameWorld, que ocorreu entre os dias 30 e 31 de março na cidade de São Paulo. O portátil de duas telas chega às lojas da América Latina esta semana, de acordo com o executivo.
O Nintendo DSi XL também virá com três jogos na memória e mais dois aplicativos, para que os jogadores possam tirá-lo da caixa e poder jogar. “Estamos muito contentes de poder lançar este produto nesta semana”, afirma Wentley. A empresa não confirmou o preço do Nintendo DSi XL no Brasil.
Ao lado do aparelho, a Nintendo lançará mundialmente o aguardado game “Super Mario galaxy 2”. A continuação do game de Mario o levará para novos mundos e apresentará novas habilidades do encanador italiano. “Agora, Mario poderá andar no Yoshi e haverá novos itens”, comenta Wentley. “Yoshi poderá comer uma ‘pimenta veloz’ que o faz correr rapidamente pelos cenários, ou. uma “fruta-balão” que o faz flutuar pelas fases”.
Portátil 3D será destaque em feira de games
Sem entrar em muitos detalhes, Wentley confirmou a presença do Nintendo 3DS, o portátil de duas telas com tecnologia 3D que não exige o uso de óculos, na feira Electronic Entertainment Expo (E3), que ocorrerá em junho na cidade de Los Angeles, nos EUA.
“Não posso revelar muito, mas o Nintendo 3DS terá capacidade de o jogador ver e interagir com o game sem o auxílio de óculos. Ele será compatível com os jogos dos modelos anteriores”, explica o executivo. “Ele será a próxima versão do nosso sistema portátil que poderá rodar todos os jogos já lançados para os outros Nintendo DS”.
O iPhone HD está a caminho, é o que dizem os boatos
Rumores quentes sobre a nova versão do iPhone acabam de chegar!
Junho está chegando e com ele vem a expectativa de um novo iPhone. O modelo 3GS, lançado no ano passado, já está ficando ultrapassado e os entusiastas Apple anseiam por novidades!
A espera por um anúncio oficial de Steve Jobs ficou ainda mais difícil depois que algumas informações quentes foram divulgadas. Conforme uma nota no website Engadget, a nova versão do smartphone deve se chamar iPhone HD e será lançada no dia 22 de junho, uma terça-feira.
O Wall Street Journal, responsável pelo início da recente onda de boatos do iPhone, afirma que a Apple estaria trabalhando também em um iPhone CDMA. Isso permitiria a venda do aparelho tanto na AT&T, principal operadora de telefonia GSM dos EUA, quanto na Verizon Wireless e na Sprint, adeptas à tecnologia CDMA.
A fonte também afirma que a Pegatron Technology é a empresa responsável por sua produção dos aparelhos, tarefa que deve iniciar em setembro. O anúncio de um iPhone CDMA implica, portanto, o fim da exclusividade da venda do produto pela AT&T, algo que tem causado grande descontentamento por parte dos usuários.

O blogueiro John Gruber também adicionou uma pitada de informações ao novo rumor e afirma que o iPhone HD traz as seguintes novidades:
- CPU com system-on-a-chip Apple A4;
- Tela com resolução de 960 x 640;
- Câmera frontal;
- Multitarefa.
Os boatos e expectativas para o novo iPhone já foram discutidos no Baixaki (iPhone 4G: boatos e possibilidades). As possíveis novidades, além daquelas mencionadas por Gruber, incluem uma bateria removível, tela OLED, vídeo em alta definição e até mesmo uma carcaça sensível ao toque!

Todos os envolvidos no boato do novo iPhone, principalmente John Gruber, têm um histórico de bons chutes. Isto é, geralmente acertam em cheio suas previsões relacionadas aos produtos Apple. Enquanto 22 de junho ou novos boatos não chegam ao pomar, o jeito é esperar!
32 gigas de memória (quase) ao seu alcance!
A coreana Samsung começou a distribuir amostras de seus novos – e enormes – pentes de memória RDIMM para testes em fabricantes de servidores.
Imagine rodar jogos, bancos de dados e diversos aplicativos de cloud-computing em milhares – talvez até milhões – de computadores ao mesmo tempo, através da internet. Essa é a carga que servidores encaram diariamente. Para entender, basta pensar na quantidade de buscas, acessos a email, utilização de documentos e visualizações de vídeo ocorrendo simultaneamente nos serviços Google.
Manter a performance de todos os processos, evitando lentidões – respeitando limites de banda de cada usuário – e falhas de carregamento, exige uma quantidade enorme de memória e processadores suficientes para executar todos os comandos.
Graças às tecnologias de múltiplos núcleos, threading e clusters, o processamento de um servidor tem diversas alternativas para funcionar. Já a memória RAM disponível para um servidor funciona do mesmo modo – ainda que em patamares de desempenho mais elevados – que a do seu computador.
Memória RAM
Pentes de memória são constituídos por diversos dies de silício, como você descobriu neste artigo. O agrupamento de dies em chips e sua consequente montagem em um módulo DRAM são os fatores que determinam a capacidade de cada pente de memória.

Enquanto os pentes atualmente utilizados – em ambientes de alta performance – são montados a partir de chips de 2 GB, com máximo de 16 GB por pente, o novo produto da Samsung oferece o dobro disso – 32 GB – no mesmo espaço físico, graças à diminuição de tamanho, que passou de 50 para 40 nanômetros.
No servidor
Atualmente, uma estrutura de servidores conta – por máquina – com até 192 GB de memória RAM, utilizando conjuntos, ou pentes de memória, DRAM (dynamic random access memory – memória dinâmica de acesso aleatório) de 16 GB baseados em tecnologia de 40 nm.
O novo módulo de 32 GB em 40 nm da Samsung promete, dependendo do sistema, manter a mesma capacidade – 192 GB – reduzindo até 40% do consumo energético, graças à redução de 12 para 6 módulos de memória por servidor de mão dupla. O acréscimo de velocidade dessa configuração vai dos 800 megabit por segundo (Mbps) dos servidores atuais – com pentes de 16 GB – até 1066 Mbps para o mesmo equipamento utilizando os novos pentes.

Para sistemas de quatro vias, ainda mais exigentes, é comum utilizar até 1 TB de memória RAM usando os pentes de 16 GB. Com a nova tecnologia, esse limite é expandido até 2 TB sem acréscimo considerável no consumo energético, possibilitando o desenvolvimento de aplicações ainda mais complexas e softwares mais poderosos sem perder desempenho.
Futuro próximo
Ainda vai demorar algum tempo para um pente de memória com 32 GB de capacidade chegar ao consumidor final, já que não existe – ainda – requerimentos para tamanho poder.
Como a maioria dos computadores usa de 2 a 4 GB, enquanto equipamentos de alta performance contam até 8 – ou 16 – GB de RAM, utilizar um chip desses em um computador doméstico seria desperdiçar um componente em processos menores. Mas ainda chegará o dia em que 32 GB de RAM serão padrão de máquinas básicas, ou ainda de computadores já defasados com o seu cenário tecnológico.